Thoughts of Freedom

E si…. E si…. o contentamento for uma pequena folha, uma pequena folha que desliza sobre o ar (in) segundos observar do que viu no simples, o perfeito (imperfeito) momentâneo, momento(s). E si…. amar for o descontentar-se das pequenas palavras a procura de outras mais que são ditas em um segundo (para) em si marcar e morrer com os anos, anos e anos. E si…. eu estiver cansado de suportar, que entre o tempo vir e ir eu prefiro em (mim) não mais se quer passar, em passos, nos braços e fins de laços traçados ou em ficar parado não mais suspirar gotas de vida, de amor, de dor. E si… aquela mesma folha que caiu e deslizou sobre o ar (in-vir ) em mim, ou em nossos olhos porem talvez não significasse nada? Eu não morreria na simbologia da vida ou na criatividade de se quer um dia achar que amar se limita em algo que se de, que se da, que nos damos. Porque entre olhar e ver que pouco falta para que toda amanha ganhe vida, o simples é em si, e si…. e si…. nem se quer for nada disso? E dai? A simbologia do amor, não se resume em absolutamente nada. Eu amo sem perguntar-me por que.

olheosmuros:

Sem ti, sou só saudade 
Alto de São João, Lisboa, Portugal. Foto enviada por Catarina Santos.

olheosmuros:

Sem ti, sou só saudade

Alto de São João, Lisboa, Portugal. Foto enviada por Catarina Santos.

Eu me declarei pra você milhares de vezes. Quando eu ri daquela sua piada idiota que não teve a menor graça e quando dei risada das piadas de mau gosto que você fez sobre mim. Lembra? Eu deixei você me zoar porque você achava muita graça naquilo, e se te faz feliz… Bom, me faz feliz. Quando eu deixei os outros um pouquinho de lado pra dar toda a atenção pra você. Quando eu ouvi as músicas que você me mandou, mesmo elas não sendo do meu gosto. Lembra… Quando eu tratava todo mundo mal, mas era super gentil com você? Então. Isso também foi uma declaração, mesmo que silenciosa. Quando eu aguentei suas grosserias todas porque você teve um dia ruim. E também quando eu deixei você descontar todas as suas frustrações em mim, mesmo eu não tendo nada a ver. Quando eu te fiz sorrir quando tu chorava por outra pessoa. Quando eu te defendi do mundo mesmo você estando completamente errada. Quando eu deixei de ficar irritado só porque você tava mal e precisando de alguém. Eu me declarei pra você tantas vezes, da minha maneira… Só você que não viu.

Ela era incógnita, complexa, unicamente diferente. E eu gostava, não entendia e não procurei entender. Hei, lembra teu sorriso entrando sobre minha face, majestade e ilumina o único de tudo a própria vida, e ela era ela mesma. Ao céu foi anjo, a terra soube ser mais que humana, nadava como sereia, voava como pássaro e tinha um sorriso de rainha. Ah ela, não mais ninguém. Vem no meu sonho tornar tudo realidade, mesmo que seja surreal, mas no sonho se torne real, em , no, aqui, agora, no meu sonho. E eu não quero mais ninguém, e ir alem do que propriamente dito poderia ser, e se foi, foi… ou não. Teu sorriso esta em teus lábios, e nos meus lábios esta tudo em que o teu sorriso pode ser, em vir e ir, poupar ficar, mas lábios são lábios e com a boca de quem deseja, já se torna o próprio papel escrito sem resumo. A minha historia a nossa, sem nem se quer pensar, apenas fechar os olhos e ler o que ninguém nunca leu. É a nossa vida, o nosso mistério, o meu e o teu segredo, próprio. Das flores que dançam sobre as plantas, dos anjos que brincam e cantão sobre as nuvens, o que mais tu queria ser, mística ou realmente humana? Mas deixo tu pensar, pra melhor ficar, ou ir, decide agora. Porque o resto é resto e você é tudo no meu tão mundo mágico imaginário. Suplicamente teu ou tanto meu que seja nosso.

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?

As vezes eu me lembro, não querendo me lembrar. É toda vez que me esqueço tentando me encontrar. É só você que eu sempre temo nunca mais lembrar, só você que eu tento apagar. Mas é toda vez que tudo vem outra vez, de novo e de novo, repetidas vezes me torturando. Eu te quero não querendo, eu te mando ir com vontade de ficar, eu te seguro pra não partir, mas logo depois o que quero é que vá logo: saia. É uma sede de te beber, um gosto tão bom de não poder te ter, que insisto, insisto. Eu arranho-me por dentro em cada canto da minha alma, grito em silencio com um sabor de te quero não querendo, de te tenho não te tendo, de te amar só por te amar, só por te amar. As vezes penso que fiquei louco, supostamente o oposto de te ver em tudo que já achava que era você. Cadê meu paladar? Minha língua não consegue mais sentir gosto de nada, só o de te desejar. Eu não sinto mais tudo do que eu amava, é proposital, eu já não sentia fome do que eu comia, é proposital, um sopro ao vento ou uma gota a água, eu não sou sem você: nada. As vezes eu… nada sei, nada tenho, nada lembro, só pra imaginar como talvez seria ruim nunca mais te encontrar.

Eu te odeio.
De tanto te amar. (via jainetavares)

Como eu poderia mentir,se meus olhos delatariam o amor que sinto por você.

E como eu ia saber? Se imaginasse que ia gostar de você assim, nem tinha passado perto. Andaria rápido, olhando pra baixo.
Soulstripper.  (via h-is)